22/07/11

Mitos: Escola de Rugby

Uma forma pouco ortodoxa de "recrutar" jogadores...

Desenho do blog: Con H de blog


O termo "mito" é, por vezes, utilizado de forma pejorativa para se referir às crenças comuns (consideradas sem fundamento objetivo ou científico, e vistas apenas como histórias de diversas comunidades), no entanto, até acontecimentos históricos se podem transformar em mitos, se adquirem uma determinada carga simbólica para uma dada cultura.
Na maioria das vezes, o termo refere-se especificamente aos relatos populares que são transmitidos de geração em geração, e o Rugby não é imune a estes mitos pelo contrário está associado à violência, sem regras e conflituoso, sem sentido.



Em tempos houve alguém que disse “O Rugby é um jogo de brutos jogado por cavalheiros o Futebol é um jogo de cavalheiros jogado por brutos”, pois quem conhece um pouco da modalidade sabe que no rugby existem regras que protegem a intregridade fisíca do jogador, é certo que se trata de um jogo com contacto, mas ao contrário de outras modalidades no rugby as regras foram sempre evoluindo com intuito de alcançar o jogo disciplinado e correcto que todos podemos ver actualmente, também só assim seria possivel jogar doutra forma era uma batalha campal.
Para além da disciplina que um jogador de rugby deverá ter, existe um factor muito importante e inibidor de actos menos próprios em campo que tantas vezes vemos noutras modalidades que são as severas punições para casos de conduta imprópria.

Num jogo de rugby não se discute com o arbitro, és penalizado, a tua equipa recua 10 metros continuam a discutir são mais 10 metros, não aprendestes cartão amarelo 10 minutos no banco para refrescares as idéias, quem fica penalizado não és tu é a tua equipa, de certeza que vais pensar de outra forma quando entrares em campo (se entrares).
Punições por agressão são da mesma forma penalizadas, cartão amarelo (“Sin Bin” 10 min. no banco), dependendo do tipo de agressão pode ser vermelho directo; pode haver intervenção dos fiscais de linha caso o arbitro não veja; por imagens televisivas durante ou mesmo após o jogo ter terminado, em suma, existe uma conduta e um código no rugby que por norma todos os intervenientes tentam cumprir.

O que é a Conduta, não é mais que uma manifestação de comportamento do indivíduo, esta pode ser boa ou má, dependendo do código moral, ético do grupo onde aquele se encontra.
O Código do rugby é o que se espera de qualquer pessoa envolvida no rugby, seja como jogador, treinador, árbitro, dirigente, pai, espectador, ou seja, que cumpra com os valores do nosso desporto que são:


ESPÍRITO DE EQUIPA
RESPEITO
DIVERTIMENTO
DISCIPLINA
DESPORTIVISMO
Jogar para ganhar – mas não a qualquer preço
Ganhar com dignidade, perder com elegância
Cumprir as Leis e regulamentos do jogo
Respeitar adversários, árbitros e todos os participantes
Rejeitar batota, racismo, violência e drogas
Valorizar voluntários bem como os agentes profissionais
Divertir-se com o jogo


ISTO É RUGBY.
Como vais saber o que é a vida se nunca jogaste rugby.


Experimenta...

20/07/11

BEACH RUGBY - AQUAPOLIS ABRANTES 2011


Realizou-se este Sábado o torneio de Beach Rugby em Abrantes com a participação de quatro equipas no escalão senior o ABRANTES RUGBY CLUBE, RUGBY A.A.TOMAR, RUGBY CLUBE DE OEIRAS e o RUGBY VILA DA MOITA em simultâneo decorreu um torneio de Touch Rugby entre três equipas do escalão Sub 14 do ABRANTES R.C., R.A.A.TOMAR e R.V.MOITA.

Para nós seria a primeira vez que iríamos disputar um torneio de praia, além disso, com regras de Touch Rugby que não estamos habituados a jogar a não ser nos treinos com várias condicionantes próprias duma sessão de trabalho onde tentamos dirigir o jogo consoante o que estivemos a treinar anteriormente.

No entanto houve o cuidado de inteirar-me sobre as regras mas que na prática não valeu de muito, pois aparentemente existem várias interpretações, por exemplo, segundo o que li na regulamentação da FIT (Federação Internacional de Touch Rugby) sempre que ocorre um toque o jogador tocado deve colocar a bola no chão no local exacto onde foi tocado e outro jogador (o apoio mais próximo), vai levantá-la do solo e passá-la, este jogador funciona como o médio de formação.

Esta situação não se passou pois o apoio em vez de executar um passe simplesmente avançava o que originava foras de jogo consecutivos beneficiando claramente o ataque, assim como outras situações que o regulamento prevê tais como a equipa que ataca perde imediatamente a posse da bola quando a bola cai no chão; o formação é tocado enquanto está na posse da bola; o formação “marca” um ensaio; o jogador é tocado e, mesmo assim, passa a bola (touch & pass); há demora excessiva do reinício da jogada; má-conduta em campo e outras mais.

Estas são as regras para um jogo de Touch Rugby num campo com as dimensões normais o que torna realmente num jogo excelente para transmitir os principios de jogo aos jovens, mas numa situação particular como é o Beach talvez deveriam ter sido adaptadas as regras de forma a não se tornar confuso para os míudos que habitualmente não jogam esta forma de rugby.
Mas fica o excelente trabalho que a equipa de arbitragem fez ao tentar explicar aos atletas as regras e conseguindo levar até ao fim os jogos que estavam previstos dentro da normalidade, um agradecimento também para a orgnização pelo convite que proporcinou um dia de rugby diferente a todos os presentes.

Em relação aos jogos disputados pelos Sub 14 fizeram o primeiro jogo com o Rugby A.A.Tomar numa primeira parte de touch rugby e a pedido dos de Tomar que tal como nós não se sentiam à vontade em jogar touch realizou-se uma segunda parte com placagem o que tornou a jogo mais interessante com várias jogadas e placagens de ambas as partes de bonito efeito. A vitória sorriu aos da Moita mas valeu a pena, obrigado Tomar.
Após algum tempo de descanço seguiu-se o jogo da equipa da casa o Abrantes que com conhecimento desta forma de jogar conseguiu levar de vencida a equipa de Tomar.
O jogo do Abrantes com o RVM foi mais equilibrado pois o touch não é realmente a nossa praia, mas serviu para aprender-mos como eles jogavam, com a tal alteração à regra que tanto nós como os rapazes de Tomar não conseguimos interiorizar, pois para nós não estava claro que o apoio pudesse sair em frente após o toque em vez de passar a bola obrigando-nos a recuar por fora de jogo pois era impossivel os nossos atletas recuarem 5 metros, este jogo terminou com um empate o que levou a disputarmos um segundo jogo com a equipa da casa para a final.

Já com a lição estudada e como diz o ditado “se não os pudemos vencer, junta-te a eles”, os moços da Moita jogaram com as mesmas regras numa clara demonstração de uma rápida adaptação a um cenário novo vencendo assim o Torneio.
Parabéns a todos os jogadores do Rugby Vila da Moita que mais uma vez souberam ter um espirito de sacrificio e um sentido de equipa que me deixa orgulhoso por os treinar.

No torneio de seniores mais uma vez o R.V.M. obteve o terceiro lugar conquistando o prémio Aquapolis tendo o Oeiras vencido a competição.

O próximo é na Ericeira em Agosto vamos ver se conseguimos juntar a malta até lá, Boas Férias.

14/07/11

Final da época

Último treino da época de 2010/2011, chega assim ao fim mais um ano de trabalho à frente da equipa de Sub 14, altura ideal para fazer uma retrospecção daquilo que tivemos de bom e de mau, o que podemos melhorar, onde queremos chegar no futuro.

A nível colectivo, para mim como treinador, foi gratificante ter trabalhado com estes jovens que gostam de aprender, humildes e vencedores pois durante a época conseguiram manter um nível competitivo elevado a tal ponto que obtiveram por duas vezes o 2º lugar nos Torneios de 7’s onde participaram, os resultados foram NOTÁVEIS e vieram comprovar que o sucesso passa pela capacidade de conviver com os princípios de cooperação, amizade, competitividade, eficácia, confiança, em suma, conseguimos actuar de forma coordenada.
Manifesto por isso o meu apreço a todos os jogadores, pelo empenho e elevado sentido de responsabilidade colectiva com que se distinguiram, esse feito só foi possível com o enorme esforço, dinamismo e elevado espírito de equipa de todos permitindo-nos assim de forma clara e expressiva um resultado de cumprimento dos objectivos.

A nível particular foi também um ano recheado de desafios e muito compensatório, depois de alguns problemas de saúde que afectaram o início da época, consegui ultrapassar alguns “fantasmas”(nem tudo o que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado enquanto não for enfrentado), e assim foi mergulhei de cabeça no curso de Treinadores Nível 2 e só Deus e eu sabemos o que custou passado um mês de sair do hospital entrar numa sala repleta de formandos e formadores, mas a palavra desistir não faz parte do meu vocabulário e por entre sessões em que me tinha que agarrar literalmente á cadeira e cerrar os dentes cheguei ao fim do curso.

Para minha surpresa, fui convidado pela Associação de Rugby do Sul para fazer parte da equipa técnica da ARS – Sub 14 o que me permitiu acompanhar os estágios de aperfeiçoamento, os estágios regionais e nacionais, participar na convocatória dos atletas, na elaboração dos planos de treino, enfim uma experiência enriquecedora para a qual agradeço aos responsáveis, Prof. Henrique Garcia da FPR, Prof. Mário Pato, Prof. João Moura em especial pelo convite e a todos os elementos da ARS com os quais “trabalhei”, foi um excelente desafio que culminou, mais uma vez para surpresa minha, com a distinção de “Treinador do Ano ARS – Sub 14” entregue no estágio das selecções na Anadia.

Podem contar comigo sempre para continuar a transmitir os valores, a disciplina e o espírito do rugby aos atletas, promover a formação dos jovens e melhorar as suas capacidades técnicas e tácticas, pois se há algo que me deixa particularmente orgulhoso é ver ser aplicado aquilo que treinamos tal como ilustra esta imagem de dois jovens do Rugby Vila da Moita em perfeita sincronia num movimento de contra ataque, onde ambos olham em frente na procura dos espaços.Existe assim um sentimento de missão cumprida, não pelos prémios obtidos ou vitórias, mas sim por objectivos atingidos, pois o valor do Ser humano não é medido segundo aquilo que tem, mas sim segundo aquilo que ele é.

10/07/11

Dois atletas do RVM no Browns

A convite do SLBenfica Rugby os atletas do Rugby Vila da Moita, Diogo Batista e Fábio Fechas estiveram presentes num jogo amigável no Browns em Vilamoura, uma experiência enriquecedora pois tiveram a possibilidade de jogar contra uma equipa inglesa e confraternizar durante o jantar com os jogadores da equipa britânica.
O resultado era o que menos interessava, pois tratava-se de um amigável mas mesmo assim a vitória sorriu aos portugueses.

Em nome dos atletas e do Rugby Vila da Moita agradecemos ao Treinador Filipe Silva do SLBenfica por ter proporcionado esta participação a estes jovens,
Obrigado.

04/07/11

I Camping RVM - Formação

Por vezes são pequenos detalhes que fazem a diferença, no rugby um pontapé ao postes nos últimos minutos pode decidir um jogo, neste caso um acampamento que de inicio parecia ser pouco apelativo, pois era no Pinhal Novo?!!!, tornou-se numa óptima escolha. À pois é, no Pinhal Novo para muitos ou quase todos desconhecido mas em boa hora ficamos a saber da existência deste parque de campismo, com boas condições, perto de casa o sitio ideal para fazermos este acampamento de final de época.

A concentração foi no local de sempre na sexta-feira pelas 17:30h, mas desta vez para além do autocarro do clube que ia levar os atletas estava uma surpresa mantida em silêncio até aquela hora pelos dirigentes do clube que estiveram duras horas de trabalho para decorar uma carrinha de 9 lugares com fotos das equipas de sub 10, sub 14 e Seniores estes últimos Campeões Nacionais de 7's Emergentes.
Os meus olhos nem queriam acreditar quando cheguei e deparei com aquela maravilha, "à coisa mai linda" foi a expressão que me surgiu na altura e realmente é linda, um agradecimento especial ao João Luis e ao Valter Rodrigues que tiveram um trabalho extraordinário em dotar o RVM com mais este veiculo, obrigado em nome de todos os atletas da formação.

Mas voltando ao acampamento e após uma curta viagem a comitiva chegou bem disposta e sem cansaço e rapidamente tratou de escolher um local para estabelecer a base para os dois dias seguintes, tendas montadas e bandeira do RVM hasteada, seguiu-se o merecido banho e jantar de convívio com diversas iguarias trazidas por todos numa partilha própria dos jogadores de rugby, uns dedos de conversa e recolher obrigatório com algum custo pois a excitação dos miúdos era muita e após algumas tentativas de fuga goradas, alguma risota à mistura lá se deitaram embora com conversa dentro das tendas até tarde.

Só que este acampamento não eram só férias, estava previsto haver treinos e assim foi, alvorada às 07:30h, pequeno almoço tomado e rumo ao campo para a sessão da manhã, umas horas de jogos lúdicos com enfoque na comunicação, evasão e trabalho de equipa, seguido de um mergulho na piscina antes do almoço.
A noitada começou a fazer notar-se após uma refeição de massa à bolonhesa bem confeccionada pelo Restaurante 3ª Parte, barriguinha cheia e com o sono a apertar muitos foram aqueles que pediam um momento nas tendas, mas nada feito, máxima liberdade, máxima responsabilidade, tinham que sofrer as conseqüências pelo acto irreflectido de não descansar.

Digestão feita nova sessão de treinos às 16:30h onde o passe, controlo de bola foram os temas abordados, mas face ao calor houve necessidade de regar o campo assim como os atletas o que tornou ainda mais cansativa a sessão. De novo piscinas após o treino antes da refeição, jantar que foi do agrado de todos os atletas com hambúrgueres a voarem directamente da chapa para as mesas, mais de 80 para apenas 21 jogadores.
Talvez vencidos pelo cansaço o recolher já nem foi necessário ser obrigatório foi mais voluntário e por volta das 22:00h alguns já estavam a dormir, deu resultado mantê-los acordados durante a tarde...

Domingo, passou rápido o fim de semana, foi num ápice, a sensação de estarmos num parque de campismo algures na Costa Vicentina levava a pensar que tínhamos pouco tempo, mas não, a vantagem de estarmos perto mais uma vez jogou a nosso favor pois permitiu efectuar um mini torneio de touch rugby de 5, uma ultima ida à piscina e uma sardinhada e churrascada com muita calma e descontração pois a saída só estava prevista para as 17:30h.

Um óptimo fim de semana tanto para os atletas, elementos do RVM e alguns pais que nos acompanharam neste I Camping do Rugby Vila da Moita, oxalá seja o primeiro de muitos.

Obrigado a todos por se portarem lindamente, dignos de jogadores de rugby que sabem respeitar os outros.
APereira

P.S. Um abraço especial aos "amigos José e Manel" que foram devolvidos à natureza pelo Amaral e o Fábio, eu sei que vocês já estão com muitas saudades, pode ser que os voltamos a encontrar para o ano...

01/07/11

Estágio Nacional Sub-14 - Anadia 2011



Decorreu nos dias 27, 28 e 29 de Junho o Estágio das Selecções Regionais (Norte, Centro e Sul), na Anadia.
Foram 80 atletas de todo o país, inclusive 4 do sexo feminino, e 12 treinadores que foram convocados para este Estágio “que junta atletas do norte a sul do País, já que se pretende que seja o culminar da época desportiva dos Sub-14”, defende o Prof. Rui Carvoeira do Comité Regional de Rugby do Centro.

No primeiro dia os atletas experimentaram jogar Tag Rugby. Apesar da ausência das placagens os atletas estiveram entusiasmados em praticar esta vertente da modalidade. “Para mim jogar Tag Rugby foi uma experiência nova e muito interessante já que temos de estar sempre em comunicação com os colegas de equipa” afirmou o jovem atleta João Francisco, “é um jogo muito rápido…é incrível” acrescenta José Sarmento. Apesar de não se ter rendido ao Tag Rugby, o Adilson disputou os jogos com todo o empenho.

À noite tiveram oportunidade de assistir a uma palestra do ex-internacional Joaquim Ferreira que, além de reforçar a importância destas actividades para a formação dos atletas, deixou um conselho aos mais jovens: “É preciso ter muita humildade, abdicar de algumas coisas para se chegar o mais longe possível. É necessário, acima de tudo, que se divirtam”.

Na 3ª Feira o treino da manhã foi dedicado aos skills com várias estações onde foi possível trabalhar skills diferentes em cada uma delas (Libertação da bola em contacto, jogo ao pé, offload e tomada de decisão). À Tarde, o treino incidiu sobre o turnover, contra-ataque, jogo condicionado e diversos aspectos da defesa.

Houve, ainda, oportunidade para fazer uma visita ao museu do Vinho, tão característico da região da Bairrada. Este Estágio foi bastante importante para os atletas das várias regiões do país se conhecerem melhor e evoluírem. Foi, ainda, essencial para os treinadores já que o facto de juntar aqui alguns, permitiu a troca de ideias entre nós” defende o treinador Murray Cox.

“Este é o primeiro estágio nacional e o início de um longo percurso ate chegar a Lobo. Foi durante este estágio que lhes foi dado a conhecer o percurso que os espera para atingir a alta competição. Tal como estes, muitos outros atletas passaram por este plano de formação e fazem hoje parte das Selecções Nacionais, como o Francisco Vieira de Almeida, Vasco Fragoso Mendes, José Lima, José Leal da Costa, entre outros ”afirma o Director de Desenvolvimento da FPR Prof. Henrique Garcia

“Este estágio permitiu-me evoluir tecnicamente e ser treinado pelos melhores ” afirma o atleta Nuno Carvalho. “Aqui aprendo a trabalhar em equipa e os rapazes tratam-me como se fosse um deles” reforça a Beatriz do Comité Regional do Centro
No último dia, os jovens atletas competiram entre si num Torneio entre as Selecções Regionais. A equipa vencedora foi a ARS (roxa) que venceu a ARS (Branca) por 20-10.
A Arbitragem ficou a cargo dos Árbitros Ricardo Russo, Tiago Palma, Vasco Couceiro e Tiago Azevedo.

Na entrega dos prémios marcaram presença o Vice-Presidente da FPR José Luís Paulo, o Pres. Do CRRC Tiago Gonçalves e o Director Técnico Regional do Sul Prof. Mário Pato.
Foram entregues, ainda, os prémios de melhor jogador de cada Associação Regional: Jorge Abecassis (ARS), Manuel Picão (CRRC) e Pedro Terleira (ARN) e de melhor Treinador: Renato Rodrigues (ARN), Murray Cox (CRRC), António Pereira (ARS).

CLASSIFICAÇÃO:
1º ARS (Roxa)
2º ARS (Branca)
3º ARN
4º CRRC

RESULTADOS:
ARN 0 X ARS (Roxa) 40
CRRC 10 X ARS (Branca) 25
ARN 15 X CRRC 10
ARS (Roxa) 20 X ARS (Branca) 10

Um agradecimento à Escola Básica 2,3 da Anadia e à Câmara Municipal da Anadia pela disponibilidade das suas instalações e, ainda, à Fisioterapeuta Ana Delgado pelo seu empenho e dedicação.

Fonte: Site ARS
Foto: Eduardo Raynoch

22/06/11

ACAMPAMENTO DE ENCERRAMENTO DA ÉPOCA 2010/2011 DA FORMAÇÃO DO RVM


"Neste final de época, que foi longa, vamos encerrá-la com acampamento para os jogadores da formação do nosso clube. Onde pretendemos desenvolver os laços de amizade, entre todos os participantes, criando desta forma hegemonia de grupo, e bem assim alicerçar raízes nesta nossa família que é o RVM.
Estamos convictos de que o desporto, e em particular o rugby, confere valores, que certamente ajudarão a formar os homens de amanhã.
Por isso decidimos rumar ao Parque de Campismo – Vasco da Gama, no Pinhal Novo. Este espaço está dotado de piscina, bar, restaurante, w.c. com água quente, campo para treinos, zona para churrasco dotado de mesas, cadeiras, bancos, lavatório. Todo o parque é provido de sombras e está totalmente vedado.
Contamos contigo.
PROGRAMA
Sexta Feira Dia 1 /7
17,00 horas – Partida
17,30 horas – Montagem do acampamento
19,00 horas – Hastear da Bandeira
20,00 horas – Jantar ( Pic-Nick )
21,00 horas – Convívio entre atletas e restante delegação
23,00 horas – Recolher
Sábado Dia 2/7
8,00 horas – Alvorada
8,30 horas – Pequeno Almoço
9,30 horas – 1º Treino
11,00 horas – Reforço alimentar
11,30 horas – Piscina
13,00 horas – Almoço
14,00 horas – descanso
15,30 horas – 2º Treino
17,00 horas – Reforço alimentar
17,30 horas – Piscina
20,00 horas – Jantar ( Surpresa )
21,00 horas – Conselho de Campo
21,30 horas – Visionamento de jogos de rugby
22,00 horas – Animação
23,00 horas - Recolher
Domingo 3/6
8,00 horas – Alvorada
8,30 horas – Pequeno Almoço
9,30 horas – 3º Treino
11,00 horas – Reforço alimentar
11,30 horas - Piscina
13,00 horas – Almoço ( Churrascada de encerramento )
15,30 horas – Desarmar o acampamento
16,00 horas – Recolha da Bandeira
16,30 horas – Partida
17,00 horas – Chegada à Moita

O que deves levar na bagagem
Equipamento de treino
Fato de banho e toalha
Saco de cama
Colchão
Uma muda de roupa
Escova e pasta de dentes
Chinelos de praia
Sabonete, champô e toalha
Agasalho para a noite
1 prato e talher de preferência de plástico
2 litros de sumo
2 pacotes de batatas fritas grandes
2 barritas energéticas
Deverás levar a primeira refeição para o pic-nick.
O custo é de 16,00 Euros.
Poderás convidar os teus pais a participar no acampamento.
Vai ser divertido."

07/06/11

Festa Final ARS

Estreia do Pedro em grande


Excelente desempenho dos nosso meninos e menina


A Festa Final ARS decorreu no passado dia 4 (Sábado), onde se juntaram Sub-8/10/12/14 num grande convívio.
Foi dia de Rugby no Estádio Nacional e cerca de 1100 atletas invadiram os campos para se despedirem desta época desportiva.
Foram cerca de 100 equipas, incluindo Sub-14, de 25 clubes que participaram neste evento.
A arbitragem ficou a cargo dos jovens árbitros e de árbitros FPR, contando ainda com o apoio de alguns treinadores.
Nem os Lobos quiseram faltar a esta festa e estiveram a apoiar o rugby juvenil.
Para além de apoiarem os mais novos nos jogos, os jogadores seniores dinamizaram o circuito de jogo ao pé, onde os mais novos puderam aperfeiçoar a sua técnica.
De manhã realizou-se o convívio dos mais novos, à tarde os Sub-14 disputaram a 2ª e última etapa do Circuito AR’Seven’s.Apesar da chuva inesperada os atletas não desistiram e empenharam-se ao máximo durante os jogos.

O presente e o futuro


Doping


Doping no desporto... NÃO!!Assumir o compromisso com um desporto livre de drogas!Tenha orgulho de dizer... não!
Bryan Habana faz o compromisso e vocês?
"Drogs in sport list 2011"

03/06/11

1º Circuito ARSeven's - Mealhada

Foi com ameaças de tempestades e alerta amarelo que o Rugby Vila da Moita se deslocou à Mealhada para disputar o 1º Circuito ARSeven's mas apesar dos alertas o tempo deu tréguas durante o torneio.
Inscritos no grupo A que faziam parte a AAC, o Direito e o CDUL os da Moita com apenas sete atletas disputaram o primeiro jogo contra os estudantes que entraram concentrados marcando 2 ensaios nos primeiros minutos situação que foi equilibrada pelo RVM mas em seven´s o tempo é ouro e não foi suficiente para dar a volta ao resultado pese embora a boa resposta.
O jogo com o Direito foi apesar da entrega dos atletas complicado pois exigiu muito esforço físico e sem substituições para fazer a derrota era inevitável face a um Direito que utiliza o jogo ao largo e com corredores sempre frescos.
Com a falta de comparência do CDUL obrigou os jogadores a fazer mais dois jogos em vez de um contra o Técnico para o 5º e 6º lugar que acabou empatado ficando assim a decisão do 5º lugar dependente da vitória contra o S.Miguel já depois dum dia longo e com algumas mazelas que indiciavam um embate difícil, mas foi com um espírito de sacrifício que estes 7 magníficos levaram de vencida a equipa de Lisboa ficando assim em 5º lugar neste 1º circuito.
De salientar que as equipas que o RVM defrontou acabaram nas primeiras posições e apesar de não terem sido bafejados pela sorte que os colocou no grupo mais difícil e ainda por cima bastante desfalcados demonstraram que é com os melhores que gostamos de jogar elevando a competividade e o nível de aprendizagem.
Aos Sete magníficos que estiveram presentes o meu obrigado pelo esforço e o grande espírito de sacrifício que demonstraram, foi merecido o descanso no regresso a casa.

Um agradecimento em especial ao David e ao Lisandro que fizeram parte das equipas de arbitros deste torneio como fiscais de linha, de louvar a disponibilidade para aprender mais que não seja sentir o que é estar na pele de arbitro.
Este fim de semana é o 2º Circuito ARSeven's com festa final no Estádio Nacional.