Fotos by: Álvaro Oliveira
11/05/11
09/05/11
Torneio Regional Nestum Rugby
3ª Fase Projecto Nestum Rugby nas Escolas.

Mais Info:
PressRelease Aqui
Tag Rugby na Moita
Realiza-se esta quarta-feira dia 11 de Maio, o Torneio Inter-Escolas.
A organização é da responsabilidade da ARS (Associação Rugby do Sul) e conta com a participação de 400 atletas, 30 escolas e 50 professores, tendo como apoio a CM da Moita e o Rugby Vila da Moita.
O torneio vai ter lugar no parque José Afonso, Baixa da Banheira, entre as 14h00 e as 18h00, aproximadamente.
A organização é da responsabilidade da ARS (Associação Rugby do Sul) e conta com a participação de 400 atletas, 30 escolas e 50 professores, tendo como apoio a CM da Moita e o Rugby Vila da Moita.
O torneio vai ter lugar no parque José Afonso, Baixa da Banheira, entre as 14h00 e as 18h00, aproximadamente.
Mais Info:
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Tag Rugby na Moita
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Rugby Feminino - Fotos
A pedido de várias "famílias..."
Disponíveis as fotos do Torneio de 1 de Maio.




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Torneio Rugby 7 sub 16 - Benfica
O Rugby Vila da Moita visitou a Sobreda actual casa do S.L.Benfica por convite do mesmo para disputar um mini torneio amigável de Seven’s no escalão de sub 16.
A manhã de Sábado ameaçou chover só que o sol fez-se sentir durante a tarde, e foi debaixo de algum calor que o Torneio se iniciou e onde participaram 2 equipas do SLB, 2 equipas do S.Miguel e 1 uma equipa do Rugby Vila da Moita, a ordem dos jogos ditou que o SLB B joga-se com o S.Miguel A o último derrotou a equipa da casa.
Chegou a hora da equipa da Moita entrar em campo contra um S.Miguel que depressa sobe aproveitar uma bola perdida pelo RVM em cima da linha de ensaio deles e correr um campo inteiro para marcar embora empurrados para linha lateral o que dificultou o pontapé de conversão ficando o resultado em 5-0.
Com um início que em nada correspondia aquilo que tinha sido pedido pelo treinador ao utilizarem o jogo penetrante, consecutivas entradas ao contacto levavam ao desgaste dos jogadores e a um jogo sem qualquer sentido.
Foi necessário trazer os jogadores ao seu jogo, com uma alteração na linha da frente, pois os dois pilares estavam esgotados por terem sido constantemente fustigados com melees e rucks e com indicação clara que o jogo tinha que ser ao largo logo teviram o seu ensaio e a conversão do mesmo o que os punha em frente do marcador ao intervalo por 5-7.
Com as indicações reforçadas durante a pausa a segunda parte foi bem melhor, aplicação do jogo à mão, rucks limpos e rápidos, execução de boas jogadas, cruzamentos das linhas atrasadas com apoio, levaram à marcação de mais dois ensaios fixando o resultado final nos 5-17 (vamos ter que treinar esses drops Jorge).
Seguia-se a equipa A da casa contra os A de S.Miguel e logo o Benfica se fez valer da sua experiência, uma equipa veloz com atletas já de segundo ano impuseram pesada derrota a um S.Miguel que nada conseguiu fazer para contrariar a superioridade da equipa encarnada.
Passou-se de seguida um episódio incomum deparamos com a equipa do S.Miguel com alguma exaltação a abandonar o recinto desportivo segundo o que viemos a saber mais tarde por causa de terem dúvidas em relação ás idades dos A do SLB.
Foi pena porque ainda nos faltava disputar um jogo com eles, mas tínhamos dois jogos contra os da casa sendo o primeiro com o SLB B e novamente a rapaziada da Moita esteve bem ao aplicar o jogo ao largo utilizando a velocidade VS força pois esta equipa B para além de ser de primeiro ano tinha alguma falta de mobilidade, bem explorado pela nossa linha atrasada obtendo vários ensaios e vencendo o jogo.
Faltavam dois jogos os A contra os B do Benfica (vitória dos A) e o RVM contra os A do SLB, duelo que se esperava ser complicado porque esta equipa de sub 16 da Moita é constituída em grande parte com sub 14 de segundo ano que já estão a fazer a transição para o escalão seguinte nestes jogos de final de época e amigáveis.
Face ao que se tinha visto não havia muito a fazer senão aproveitar para treinar a defesa e pressionar ao máximo, assim foi, conseguiram manter a defesa dando alguma réplica com pressão alta e boas placagens tendo dado luta a uma equipa que aos poucos foi construindo o resultado apesar dos esforços do RVM. Mesmo derrotados por 25-0 fizeram o melhor jogo da tarde tendo saído de cabeça erguida e com elogios da equipa adversária, este sim é o verdadeiro espírito do Rugby.
Uma referência especial para o Dylan Almeida que foi ”voluntário à força” para apitar um dos jogos e portou-se à altura demonstrando conhecimento das regras e segurança na arbitragem.
Parabéns Sr. Arbitro esteve bem,
A manhã de Sábado ameaçou chover só que o sol fez-se sentir durante a tarde, e foi debaixo de algum calor que o Torneio se iniciou e onde participaram 2 equipas do SLB, 2 equipas do S.Miguel e 1 uma equipa do Rugby Vila da Moita, a ordem dos jogos ditou que o SLB B joga-se com o S.Miguel A o último derrotou a equipa da casa.
Chegou a hora da equipa da Moita entrar em campo contra um S.Miguel que depressa sobe aproveitar uma bola perdida pelo RVM em cima da linha de ensaio deles e correr um campo inteiro para marcar embora empurrados para linha lateral o que dificultou o pontapé de conversão ficando o resultado em 5-0.
Com um início que em nada correspondia aquilo que tinha sido pedido pelo treinador ao utilizarem o jogo penetrante, consecutivas entradas ao contacto levavam ao desgaste dos jogadores e a um jogo sem qualquer sentido.
Foi necessário trazer os jogadores ao seu jogo, com uma alteração na linha da frente, pois os dois pilares estavam esgotados por terem sido constantemente fustigados com melees e rucks e com indicação clara que o jogo tinha que ser ao largo logo teviram o seu ensaio e a conversão do mesmo o que os punha em frente do marcador ao intervalo por 5-7.
Com as indicações reforçadas durante a pausa a segunda parte foi bem melhor, aplicação do jogo à mão, rucks limpos e rápidos, execução de boas jogadas, cruzamentos das linhas atrasadas com apoio, levaram à marcação de mais dois ensaios fixando o resultado final nos 5-17 (vamos ter que treinar esses drops Jorge).
Seguia-se a equipa A da casa contra os A de S.Miguel e logo o Benfica se fez valer da sua experiência, uma equipa veloz com atletas já de segundo ano impuseram pesada derrota a um S.Miguel que nada conseguiu fazer para contrariar a superioridade da equipa encarnada.
Passou-se de seguida um episódio incomum deparamos com a equipa do S.Miguel com alguma exaltação a abandonar o recinto desportivo segundo o que viemos a saber mais tarde por causa de terem dúvidas em relação ás idades dos A do SLB.
Foi pena porque ainda nos faltava disputar um jogo com eles, mas tínhamos dois jogos contra os da casa sendo o primeiro com o SLB B e novamente a rapaziada da Moita esteve bem ao aplicar o jogo ao largo utilizando a velocidade VS força pois esta equipa B para além de ser de primeiro ano tinha alguma falta de mobilidade, bem explorado pela nossa linha atrasada obtendo vários ensaios e vencendo o jogo.
Faltavam dois jogos os A contra os B do Benfica (vitória dos A) e o RVM contra os A do SLB, duelo que se esperava ser complicado porque esta equipa de sub 16 da Moita é constituída em grande parte com sub 14 de segundo ano que já estão a fazer a transição para o escalão seguinte nestes jogos de final de época e amigáveis.
Face ao que se tinha visto não havia muito a fazer senão aproveitar para treinar a defesa e pressionar ao máximo, assim foi, conseguiram manter a defesa dando alguma réplica com pressão alta e boas placagens tendo dado luta a uma equipa que aos poucos foi construindo o resultado apesar dos esforços do RVM. Mesmo derrotados por 25-0 fizeram o melhor jogo da tarde tendo saído de cabeça erguida e com elogios da equipa adversária, este sim é o verdadeiro espírito do Rugby.
Uma referência especial para o Dylan Almeida que foi ”voluntário à força” para apitar um dos jogos e portou-se à altura demonstrando conhecimento das regras e segurança na arbitragem.
Parabéns Sr. Arbitro esteve bem,
08/05/11
7s Emergentes 7ª Jornada
[RVM vs ESHTE na 4ª Jornada. Campo do RVM]
O RVM deslocou-se no Sábado 07 Abril, até ao Fundão para participar na 7ª jornada de Rugby de 7 em equipas emergentes.
Esta jornada foi organizada pelo CRUBI (Clube de Rugby da Beira Interior) estando presentes (para alem da equipa organizadora) a Universidade do Algarve, Vila da Moita, Abrantes Rugby Clube, Rugby Clube de Oeiras, e o Rugby Leiria.
Jogos do RVM
RVM vs UAL [30-0]
RVM vs RCO [15-5]
RVM vs UAL [20-15]
RVM vs RCO [25-10] [Final]
Parabéns Malta!!!
O 3ª PARTE paga as "loiras" até às 00H01 de Sábado...

heheh... quem apareceu bebeu!
Nota breve:
O RVM esteve também presente na Sobreda (Campo do SLB) com a equipa de Sub-16.
Com os Sub-12 deslocou-se até Belém para a participação no Torneio KiKo.
(Aguardamos a crónica e ou os resultados de ambas as equipas...)
Rugby, Reportagem em vídeo
06/05/11
O jogo da parede de Eton...
...rugby, futebol?
Não se trata de rugby,é “o jogo da parede de Eton”,um jogo local com origem no século XVIII,trata-se de um dos jogos com bola jogados nas faculdades inglesas, alguns deles evoluíram para desportos universais como o futebol e o rugby tal como os conhecemos, outros estão associados a um lugar específico onde são praticados como “o jogo da parede” em Eton.
O Colégio de Eton tem uma longa lista de alunos e ex-alunos famosos, incluindo dezenove ex-primeiros-ministros britânicos e os dois actuais príncipes do Reino Unido, o herdeiro do trono britânico, príncipe William e o seu irmão príncipe Harry.
Não se sabe exatamente quando o jogo da parede de Eton Wall foi jogado pela primeira vez, mas o primeiro relato é de 1766. O primeiro do jogo do dia de St. Andrew — entre os Collegers e o Oppidans — foi, provavelmente, em 1844. As regras devem ter sido acordadas então, mas na verdade só cinco anos mais tarde é que foram impressas ou publicadas.
As regras foram revistas periodicamente desde 1849, mas o jogo continua essencialmente na mesma. O campo de jogo é uma faixa relativamente estreita, cerca de cinco metros de largura, ao longo de uma parede de tijolos não muito rectos, construída em 1717 com cerca de 110 metros de ponta a ponta. Como em todas as formas de futebol, cada equipa tenta levar a bola até á área adversária e, em seguida, marcar.
Aos jogadores não é permitidos segurar a bola, não pode tocar no chão com qualquer parte de seus corpos excepto pés e mãos, não é permitido agredir ou agarrar os seus adversários, e são extremamente rigorosas as regras de fora de jogo (não se pode passar ao mesmo, nem para a frente); para além disso vale quase tudo.
Cada fase do jogo começa com um “bully” e seis dos dez jogadores de cada lado formados contra a parede uns contra os outros, a bola é lançada, e começa a disputa. O jogador em posse da bola assume a posição de quatro, com a bola os seus pés ou sob os seus joelhos. Os jogadores da sua equipa tentam apoiá-lo, impedindo a oposição de forma a estabelecer uma posição que possa passar a bola. Ocasionalmente a bola torna-se 'solta' e um jogador pode chutá-la para fora do jogo: o próximo “bully” forma no lado oposto onde a bola pára ou é interrompido o jogo — ao contrário do que acontece no futebol ou rugby.
Em cada extremidade da parede há uma área especial conhecida como 'calx'. Quando o jogo atinge esta área, as regras alteram ligeiramente (o passe para o mesmo é legal, por exemplo) e o lado ofensivo pode marcar. Os atacantes tentam levantar a bola do chão contra a parede e tocá-la com a mão.
Eles gritam "Got it!" e se o árbitro estiver concordar que tudo está correcto grita "Shy!" e concede-lhes um “shy”, vale um ponto. Atacantes podem tentar lançar para o golo que vale mais nove pontos (a baliza é uma porta do jardim em uma extremidade e uma árvore no outra). Shies são relativamente comuns, talvez uma meia dúzia por ano, mas os golos são muito raros— o último foi no dia de St. Andrew em 1909.
Não se trata de rugby,é “o jogo da parede de Eton”,um jogo local com origem no século XVIII,trata-se de um dos jogos com bola jogados nas faculdades inglesas, alguns deles evoluíram para desportos universais como o futebol e o rugby tal como os conhecemos, outros estão associados a um lugar específico onde são praticados como “o jogo da parede” em Eton.
O Colégio de Eton tem uma longa lista de alunos e ex-alunos famosos, incluindo dezenove ex-primeiros-ministros britânicos e os dois actuais príncipes do Reino Unido, o herdeiro do trono britânico, príncipe William e o seu irmão príncipe Harry.
Não se sabe exatamente quando o jogo da parede de Eton Wall foi jogado pela primeira vez, mas o primeiro relato é de 1766. O primeiro do jogo do dia de St. Andrew — entre os Collegers e o Oppidans — foi, provavelmente, em 1844. As regras devem ter sido acordadas então, mas na verdade só cinco anos mais tarde é que foram impressas ou publicadas.
As regras foram revistas periodicamente desde 1849, mas o jogo continua essencialmente na mesma. O campo de jogo é uma faixa relativamente estreita, cerca de cinco metros de largura, ao longo de uma parede de tijolos não muito rectos, construída em 1717 com cerca de 110 metros de ponta a ponta. Como em todas as formas de futebol, cada equipa tenta levar a bola até á área adversária e, em seguida, marcar.

Aos jogadores não é permitidos segurar a bola, não pode tocar no chão com qualquer parte de seus corpos excepto pés e mãos, não é permitido agredir ou agarrar os seus adversários, e são extremamente rigorosas as regras de fora de jogo (não se pode passar ao mesmo, nem para a frente); para além disso vale quase tudo.
Cada fase do jogo começa com um “bully” e seis dos dez jogadores de cada lado formados contra a parede uns contra os outros, a bola é lançada, e começa a disputa. O jogador em posse da bola assume a posição de quatro, com a bola os seus pés ou sob os seus joelhos. Os jogadores da sua equipa tentam apoiá-lo, impedindo a oposição de forma a estabelecer uma posição que possa passar a bola. Ocasionalmente a bola torna-se 'solta' e um jogador pode chutá-la para fora do jogo: o próximo “bully” forma no lado oposto onde a bola pára ou é interrompido o jogo — ao contrário do que acontece no futebol ou rugby.
Em cada extremidade da parede há uma área especial conhecida como 'calx'. Quando o jogo atinge esta área, as regras alteram ligeiramente (o passe para o mesmo é legal, por exemplo) e o lado ofensivo pode marcar. Os atacantes tentam levantar a bola do chão contra a parede e tocá-la com a mão.

Eles gritam "Got it!" e se o árbitro estiver concordar que tudo está correcto grita "Shy!" e concede-lhes um “shy”, vale um ponto. Atacantes podem tentar lançar para o golo que vale mais nove pontos (a baliza é uma porta do jardim em uma extremidade e uma árvore no outra). Shies são relativamente comuns, talvez uma meia dúzia por ano, mas os golos são muito raros— o último foi no dia de St. Andrew em 1909.
Rugby, Fotos Torneio
Disponíveis para descarga as fotos do Torneio de preparação para o Rugby Youth Festival 2011.
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04/05/11
Rugby, Ensaio.
"O jogador segura a bola com a mão ou mãos... e na área de validação ( in-goal) adversária, faz toque no solo."
Vamos lá a ver se ajudamos o Sr. de amarelo...
É ensaio ou não?

O árbitro aguarda pela resposta!
Lei-22.1 - Um toque-no-solo pode ser feito de duas maneiras:
(a) Jogador com a bola no solo:
Um toque-no-solo é o acto dum jogador que,
tendo a bola na mão (ou mãos) ou num braço (ou braços), a põe em
contacto com o solo dentro da área de validação. Não é necessário exercer
qualquer pressão vertical de cima para baixo sobre a bola.
(b) Jogador exerce pressão vertical de cima para baixo sobre a bola:
Um toque-no-solo é o acto dum jogador que, estando a bola no solo dentro da área de validação
coloca a mão (ou mãos) ou o braço (ou braços) sobre ela, exercendo uma pressão vertical de cima
para baixo, ou cai sobre a bola, de modo a que esta se encontra por baixo da parte anterior do seu corpo, da cintura ao pescoço, inclusive.
LAW- 22.1 - "GROUNDING THE BALL" (Toque no solo)
LEI- 22.1 - " TOQUE NO SOLO" (Páginas, 137; 138;139 - Via FPR)
Por vezes complica-se o que é básico...
... e quando se inventa...Ops, 5 a 7 pontos a menos...
Vídeo Via RugbyDump
Vamos lá a ver se ajudamos o Sr. de amarelo...
É ensaio ou não?

O árbitro aguarda pela resposta!
Lei-22.1 - Um toque-no-solo pode ser feito de duas maneiras:
(a) Jogador com a bola no solo:
Um toque-no-solo é o acto dum jogador que,
tendo a bola na mão (ou mãos) ou num braço (ou braços), a põe em
contacto com o solo dentro da área de validação. Não é necessário exercer
qualquer pressão vertical de cima para baixo sobre a bola.
(b) Jogador exerce pressão vertical de cima para baixo sobre a bola:
Um toque-no-solo é o acto dum jogador que, estando a bola no solo dentro da área de validação
coloca a mão (ou mãos) ou o braço (ou braços) sobre ela, exercendo uma pressão vertical de cima
para baixo, ou cai sobre a bola, de modo a que esta se encontra por baixo da parte anterior do seu corpo, da cintura ao pescoço, inclusive.
LAW- 22.1 - "GROUNDING THE BALL" (Toque no solo)
LEI- 22.1 - " TOQUE NO SOLO" (Páginas, 137; 138;139 - Via FPR)
Por vezes complica-se o que é básico...
... e quando se inventa...Ops, 5 a 7 pontos a menos...
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03/05/11
Che Guevara também jogou Rugby

Podemos dizer que existe uma revolução no rugby da Argentina e que teve um dos seus momentos mais altos ao derrubar a ordem mundial existente no Campeonato do Mundo de Rugby de 2007, alcançando o melhor resultado de sempre, o terceiro lugar, após derrotarem a França por 34-10.
Em 2009, os Pumas foram convidados pela SANZAR a fazer parte do torneio das 3 nações a partir de 2012 passando este a ter a designação de 4 nações.
Mas talvez o que poucos sabem e pode vir a ser uma surpresa para alguns é que o revolucionário mais célebre de todos os tempos era um entusiasta do rugby e obstinado jogador em Buenos Aries, tendo sido mesmo, um dos primeiros jornalistas rugby no seu país.
O conhecido rosto que estampa t-shirt’s, bandeiras, também esteve dentro das quatro linhas, Ernesto Guevara de la Serna foi um atleta persistente, biografias relatam que Che, apesar de ser asmático (ou por ser asmático?) foi um bom nadador, um excelente jogador de golfe, praticou esgrima, patinagem, equitação, boxe, pelota basca, ténis e rugby, uma proeza para um miúdo doente.
Portador de asma crônico desde o seu nascimento, o seu pai enviou-o para Córdoba aos 14 anos, em 1942. Local de ar puro e de clima fresco para tratar da doença, e onde acabaria sendo mordido pelo “bichinho do rugby”.
Começou a jogar rugby no Club Estudiantes, com seu irmão Roberto e seu amigo Alberto Granado. Jogava como médio de formação, no entanto, passou para asa, por fazer placagens “devastadoras”.
Antes de completar 20 anos, Che passou também pelo San Isidro Club, Ypora Rugby Club e Polo Club Atalaya.
Do San Isidro, teria saído após seu pai, Ernesto Guevara Lynch, solicitar ao presidente do clube que não permitisse que seu filho continuasse a jogar, pois estava ao mesmo tempo admirado e preocupado ao ver o jovem Ernesto praticar um desporto tão “cansativo e violento”, mas o espírito combativo do seu filho falou mais alto:
"Eu amo o rugby. E mesmo que ele me mate um dia, vou continuar feliz por ter jogado.", a partir dessa data o seu pai não mais interferiu.
Durante as partidas um amigo corria desesperadamente ao lado do campo com a bomba para fazer as suas inalações, naquela época não eram permitidas as substituições.
A primeira equipa de Che foi o Estudiantes nesta foto é o primeiro a contar da esquerda na fila debaixo.Mas o revolucionário mais famoso do mundo não apenas jogava rugby, como também escrevia sobre a modalidade. Com seus irmãos e amigos, em 1950, aos 22 anos, lançou uma revista semanal de rugby, chamada “Tackle".

Assinava os artigos com o apelido de “Chang-Cho”.
A revista semanal durou apenas três meses, entre Maio e Julho de 1951 e hoje são raros os exemplares nas casas de antiguidades.
Foram apenas 11 edições publicadas, mas que lhe renderam o passaporte para cobrir os II Jogos Pan-americanos em 1955 no México, pela agência de noticias América Latina.
Em um dos seus artigos, Che pedia mais atenção para o rugby na Argentina.
“Não se pretende que haja um campo de rugby para cada argentino, mas pensamos que poderiam ser criados clubes cuja actividade principal fosse o rugby, para que este deixasse de ser um desporto secundário. Se fizer isso, a Argentina poderá ter um lugar na hierarquia internacional”.
O desejo de Guevara hoje é uma realidade sólida no seu país, enquanto que em Portugal ainda não passa de um sonho, apesar de todos os esforços que se têm feito principalmente na formação tanto de dirigentes, treinadores e jogadores que começa agora a dar os seus frutos.
Mais tarde Guevara partiu para descobrir o mundo - um mundo que acabou por querer mudar – com o seu companheiro de rugby e de medicina, Alberto Granado numa moto Norton 500cc de 1939, chamada La Poderosa. Com o tempo, Ernesto escreveu para o seu pai que foi graças ao rugby que ele conseguiu enfrentar os momentos mais difíceis em Sierra Maestra (centro de operações da guerrilha na revolução).
Curiosamente a ligação ao rugby perdurou, Granado, um eminente bioquímico e exímio médio de formação, foi declarado padrinho do Rugby Cubano, sendo o impulsor da associação cubana criada em 1996.
Che Guevara foi um confesso amante do rugby, a revolução que ele defendia, nas suas paginas da Tackle, viraram realidade na Argentina, já a sua revolução por um mundo melhor ficou inconclusa, mas o rugby, através dos seus valores próprios, continua a lutar por formar melhores cidadãos.

Fonte: “The Telegraph” By Brendan Gallagher
Tradução: APereira
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